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Em parceria com a Moss, Yamaha compensa mais de 120 toneladas de CO2 emitidos nos últimos dois anos

As compensações foram realizadas por meio do MCO2, token de crédito de carbono, e são referentes às emissões de duas equipes da Yamaha Racing, entre 2021 e 2022, e do Yamaha Day, de 2022



A Yamaha, primeira indústria a fabricar uma motocicleta no Brasil, segue firme em seu compromisso com a sustentabilidade e a agenda ESG. A empresa japonesa, em parceria com a Moss, climatech brasileira pioneira e líder na comercialização de crédito de carbono e de soluções ambientais através do uso de tecnologia de ponta, compensou a emissão de 126 toneladas de CO2eq, provenientes de duas equipes da Yamaha Racing e do Yamaha Day, evento anual de aniversário da marca. A iniciativa tem como objetivo minimizar o impacto ambiental das atividades da empresa, reforçando a importância da conservação do meio ambiente e a adoção de práticas mais sustentáveis.


O Yamaha Day ocorrei no início em junho de 2022, quando se reuniram milhares de motociclistas em eventos em diversas concessionárias espalhadas pelo Brasil. Ali teve início as ações de compensação de carbono em eventos sociais. O encontro começou pela manhã na Rede de Concessionárias da marca e terminou com um passeio conjunto de motocicletas. Ao todo, foram compensadas 64 toneladas de gases de efeito estufa, que correspondem aos 327 mil km rodados no dia do passeio pelas 6.000 motos participantes. O valor equivale a 9.176 de árvores preservadas em um ano, 19 campos de futebol no padrão FIFA. Essas práticas realizadas no Yamaha Day já ingressaram no calendário oficial da marca, e devem ser ainda mais contundentes na edição de 2023.


Já para Yamaha Racing, foram compensadas as emissões de 10 pilotos no total, sendo três da Yamaha IMS Rally Team e sete pilotos da Yamaha Monster Energy. Ambos os times tiveram as emissões de 2021 e 2022 compensadas. Esse valor engloba desde corridas dos atletas até o deslocamento aéreo, o apoio, carretas, treinos e staff. Com isso, foram compensadas 62 toneladas de gases de efeito estufa, sendo 31 toneladas por ano.


Vale citar que iniciativas como essa, já ocorrem na Yamaha desde 2020, quando a Yamalube R3 bLU cRU Latin America Championship - o maior campeonato monomarca de motovelocidade da América do Sul -, em parceria com a iPlantForest, foi pioneira na neutralização do carbono, com 174 toneladas de gás carbônico produzidas durantes as provas, deslocamentos da equipe e logística, compensadas por uma floresta de 3.052 árvores, ocupando 5,5 hectares de terras no estado de Roraima.


A ações da Yamaha voltadas a questão ambiental vão além da neutralização de carbono. Mais de 91% dos resíduos gerados na produção de motocicletas são destinados para reciclagem e estações de tratamento e rerrefino. Além disso, desde 2018 nenhum resíduo gerado pela YAMAHA é destinado ao Aterro Municipal de Manaus e, graças ao desenvolvimento do Rack metálico retornável para substituição de veículos especiais e caixas metálicas descartáveis, 5.200 toneladas de resíduos de aço deixaram de ser gerados.


Além disso, mais de 2000 mudas foram plantadas na área industrial de Manaus por colaboradores, gestores, aprendizes e por filhos de colaboradores da Yamaha, totalizando mais de 1.900 horas investidas na conscientização ambiental e conservação da natureza.


Essas ações fazem parte de uma iniciativa mais ampla de sustentabilidade da empresa no Brasil, que busca constantemente o menor impacto ambiental em suas atividades. Para Ricardo Susini, Diretor Comercial da Yamaha, “A Yamaha sempre tratou o tema ambiental em suas operações com muita seriedade. Por considerar prioritários este e outros assuntos ligados à sustentabilidade, a Yamaha Motor Company assumiu um compromisso público mundial, se tornando signatária do Pacto Global da ONU desde 2017. No Brasil, temos iniciativas concretas de redução do impacto ambiental de nossas operações, sendo a ação de neutralização de carbono em parceria com a Moss mais um exemplo do respeito da Yamaha para com o meio ambiente”.


A compensação foi realizada por meio do MCO2, token de crédito de carbono comercializado pela Moss que representa uma tonelada de gás carbônico que deixa de ser emitida na atmosfera. “A iniciativa da Yamaha demonstra as diferentes formas que marcas podem promover um impacto socioambiental positivo colocando a compensação de emissões de carbono em evidência”, comenta Luis Adaime, CEO da Moss.


Para se ter uma ideia, a soma de 126 toneladas de CO2eq das compensações do evento e do time é equivalente a aproximadamente 18.066 árvores preservadas e 31 hectares preservados em um ano.


Os projetos apoiados por meio da parceria entre a Yamaha, montadora japonesa fundada em 1955 por Genichi Kawakami, e a climatech Moss foram o Agrocortex, Santa Maria e Ituxi, localizados na Amazônia e que têm como objetivo evitar o desmatamento nas regiões e impactar positivamente as comunidades locais.

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